O projeto 18 Horas foi idealizado e vem sendo coordenado pelo Núcleo de Arte, Socialização, Cultura e Reciclagem (Nascer), órgão vinculado à diretoria do Fórum Cível da Capital e conta com o apoio do Banco do Brasil. Esta é a quarta edição do projeto, que nas últimas etapas trouxe para o auditório do Tribunal nomes consagrados da arte e da música popular nordestina e do Brasil, a exemplo de Ariano Suassuna, Sivuca, Glorinha Gadelha, Jessier Quirino e João Cláudio Moreno, além de grupos e artistas da cultura local, a exemplo do Clã Brasil, Tião Nascimento e a Bandinha de Seu Lula, todos com o mesmo propósito de interagir e formar um momento cultural entre os artistas, os servidores e membros da Justiça, com a participação do público em geral, num momento de descontração e valorização das raízes nordestinas.
A coordenação do projeto foi feita pelo músico e jornalista Ademilson José, da Assessoria de Comunicação Social do Tribunal de Justiça, que vem buscando, juntamente com o Juiz Onaldo Queiroga e demais colaboradores, prestar homenagens a grandes vultos de nossa cultura, trazer artistas de renomes envolvidos com nossa cultura, sempre com a participação dos servidores e magistrados.
A participação dos servidores da Justiça, notadamente aqueles que demonstram vocação artística tem sido uma atração à parte, motivo de revelações. Para esta etapa está agendada participação da juíza da Comarca de Sousa, Maria dos Remédios e também o cantor e compositor Emerson Boas-Novas. Mesmo idealizado para reunir servidores da Justiça no final do expediente, o ?18 Horas? é aberto também ao público em geral.
A finalidade do Nascer é organizar e promover atividades para integração dos servidores. O núcleo existe desde o início da gestão do diretor do Fórum, Onaldo Queiroga, e inclui outras atividades como palestras e eventos esportivos. O magistrado reforçou os objetivos do projeto, destacando a oportunidade para aqueles que têm talento.
Eventos como esse não representam apenas lazer, mas também informação, cultura e momento de confraternização para todos nós que fazemos o Poder Judiciário, afirmou Onaldo, ao agradecer a todas as pessoas e instituições que colaboraram para a realização do projeto, especialmente no que se refere ao Banco do Brasil.
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