?Histórias que ouvi, histórias que vivi? foi lançado na Semana da Justiça do TJMG
Coisas que só acontecem em Pompéu? ou a história da mulher do promotor, que queria implantar a lei seca, junto com uma legião de mulheres insatisfeitas. O crime do homem do chapéu, muito bem defendido pelo advogado, mas pessimamente defendido por ele mesmo. E ainda a história do sitiante simples, trabalhador e honesto, que, com sua melhor roupa, mas sem sapato, foi considerado inadequado para atuar como jurado. Casos como esses estão reunidos no livro ?Histórias que ouvi, histórias que vivi?, escritos por magistrados e servidores do Poder Judiciário de Minas Gerais. O livro foi lançado na abertura das comemorações da Semana da Justiça promovidas pela Assessoria de Comunicação Institucional do TJMG, no último dia 5/12.
O auditório do Tribunal de Justiça estava lotado com o público já cativo do Conto Sete em Ponto, para o lançamento do livro e a sessão de histórias selecionadas para a ocasião, três da categoria magistrado e três, de servidores, vencedoras do concurso. Os contadores Ronaldo Simões Coelho, Olavo Romano, Hulda Matos, Marilene Lemos, Rosângela Alves e Sandra Lane narraram os contos. O acompanhamento musical ficou por conta do cantor e violonista Vilmar de Oliveira.
Para o presidente do TJMG, desembargador Hugo Bengtsson, que presidiu a abertura da Semana da Justiça, o lançamento do livro é uma demonstração do esforço de aproximação do Judiciário com a sociedade ?a que servimos e em cujo cotidiano se inspiram as narrativas?.
Foi significativa e de ótimo nível a participação, nas categorias Magistrado e Servidor, o que nos faz ainda mais convictos de que estão a serviço do Judiciário Mineiro pessoas não somente com dedicação, preparo intelectual e técnico, mas também com sensibilidade, bom humor e talento?, definiu o presidente.
Contadores
As histórias foram selecionadas através do Concurso de Contos do projeto Conto Sete em Ponto ? esse projeto reúne, mensalmente, contadores de histórias no TJMG e no Fórum Lafayette. Foram, ao todo, 39 histórias escolhidas por comissões julgadoras.
Na categoria magistrado, os três primeiros lugares foram: ?Coisas que só acontecem em Pompéu?, do juiz aposentado, Geraldo Hamilton de Menezes; ?O caso do Rombisson?, do juiz da 1ª Vara Cível de São Lourenço, Pedro Jorge de Oliveira Netto; ?Burro prá burro?, do juiz aposentado, Carlos Alberto Tavares Corrêa Barbosa.
Na categoria servidor, foram vencedores: ?O Crime do homem do chapéu?, da assistente social aposentada, Maria Imaculada Coura; ?Um jurado e um julgamento?, do oficial de apoio judicial de Cachoeira de Minas, Rildo Augusto Ribeiro; ?O Interrogatório?, do oficial de justiça avaliador de Jequeri, José Cotta Rodrigues Júnior.
A comissão julgadora, na categoria Magistrado, foi formada pelos desembargadores Aluízio Quintão, Evangelina Castilho Duarte, Luiz Carlos Biasutti e Sérgio Braga, e pelo acadêmico Olavo Ramano. Na categoria servidor, a comissão contou com a participação do superintendente da Ascom, professor Ricardo Arnaldo Malheiros Fiúza, da assessora especial, Rosana de Mont?Alverne, e dos servidores Alzira Maria de Araújo, Daura Guimarães e Pedro Jorge Fonseca.
O concurso foi promovido pela Secretaria Especial da Presidência, em parceria com a Assessoria de Comunicação Institucional e com a Assessoria Especial da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes. O Conto Sete em Ponto é coordenado pelas servidoras Rosana Mont?Alverne e Daura Guimarães e todas as ações desenvolvidas têm o patrocínio do Banco do Brasil e apoio da Assessoria de Comunicação (Ascom) do TJMG.
Mais informações com Rosana Mont?Alverne, pelo e-mail rosanamn@tjmg.gov.br
Assessoria de Comunicação Institucional
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