O tribunal de Justiça já tem o resultado parcial do mutirão do judiciário. Até a data de hoje (30/11) já foram proferidas 1.250 (mil, duzentos e cinqüenta) sentenças. Foram atendidas 28 Comarcas, totalizando 34 Varas Criminais, sendo julgados 1937 réus.
O Mutirão (Sistema de cooperação Regional) foi implantado pelo Poder Judiciário em março deste ano para agilizar a Justiça Estadual, reduzir o número de processos em tramitação nas Varas e desafogar o sistema prisional do Estado, que vive o grave problema da superlotação.
A prioridade do mutirão é o julgamento dos processos relacionados aos presos provisórios custodiados nas diversas unidades do sistema prisional do Estado. Entretanto, também se aproveitou a estrutura para resolver problemas do sistema financeiro de habitação.
"Vale dizer também que foram realizadas 66 (sessenta e seis) audiências de conciliação em processos do sistema financeiro de habitação, utilizando-se da mesma equipe e estrutura disponibilizadas", disse o coordenador do mutirão, o juiz de direito Arion Mergar.
O Presidente Adalto designou como supervisor do mutirão o Des. Pedro Feu Rosa e Coordenador o juiz de direito Arion Mergar. Os juízes que integram a equipe de trabalho do mutirão são: Arion Mergar, Carlos Roberto Almeida Amorim, Eliazer Costa Vieira, Eliezer Mattos Scherrer Júnior, Ezequiel Turíbio e José Augusto Farias de Souza.
Os servidores que dão apoio aos juízes são designados pela Corregedoria-Geral da Justiça.
A meta a ser cumprida até o final de dezembro, segundo o coordenador do mutirão, é de 1.506 (hum mil, quinhentos e seis) sentenças.
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