O senador Magno Malta (PL-ES) disse nesta terça-feira (6) estar convencido de que o prefeito de Santo André, Celso Daniel, assassinado em janeiro de 2002, "foi vítima de uma armação de pessoas ávidas de poder e dinheiro". Depois de examinar cinco pastas sobre a investigação do crime, o senador afirmou que os documentos comprovam a tese de que houve um complô para sua morte.
- Qualquer argumento a favor da tese de crime comum é contra a inteligência do povo de Santo André e do Brasil - afirmou o senador.
Magno Malta explicou que, se fosse um seqüestro, as duas pessoas que estavam no carro teriam sido levadas e não apenas uma, como ocorreu. Para o senador, Celso Daniel estava incomodando e foi "eliminado por uma quadrilha de avarentos". O senador esclareceu que seu trabalho na Comissão Parlamentar de Inquérito dos Bingos visa oferecer subsídios à Justiça para que o crime não fique impune.
O senador informou que esteve no fim de semana no município Laranja da Terra para receber o título de cidadão e elogiou o trabalho do Ministério Público, da juíza da cidade e de uma sargento, que teve como resultado a redução da violência na cidade.
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