Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   
Últimas da ASen

Ideli vê partidarização nas investigações

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Senado
Data de Publicação: 6 de dezembro de 2005
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

A senadora Ideli Salvatti (PT-SC) acredita que houve partidarização nas investigações que resultaram no sub-relatório sigiloso do deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (PFL-BA) sobre fundos de pensão, apresentado nesta terça-feira (6) na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) dos Correios. Para a senadora, houve foco no período de governo petista e um "olhar político" na confecção do texto.

Ideli destacou que os dois fundos de pensão responsáveis por mais de dois terços das operações consideradas atípicas pelo relator são do estado do Rio de Janeiro (Prece e Sistel), não tendo portanto conexão com o objeto de investigação da CPI. A senadora lembrou ainda que as operações, que geraram perda acumulada de R$ 730 milhões para 14 fundos de pensão, podem ser resultado de má fé, mas também de imperícia ou coincidência.

A senadora disse que a análise feita por Antonio Carlos selecionou dois contratos feitos pelos fundos de pensão com as empresas Trevisan e Globalprev por referirem-se ao período do governo do PT. O contrato com a Trevisan é de R$ 132 mil, enquanto Antonio Carlos teria deixado de analisar um contrato de R$ 2 milhões com uma empresa de limpeza datado de 2000, destacou a senadora.

Valerioduto

Já o deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ) afirmou que a investigação encontrou conexões entre as operações suspeitas feitas pelas corretoras de valores para os fundos de pensão e empresas e pessoas ligadas ao chamado "valerioduto" - suposto esquema coordenado pelo empresário Marcos Valério de Souza. Entre os envolvidos estariam José Carlos Batista (que é apontado como "laranja") e as corretoras Bonus-Banval e Garanhuns.

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "Ideli vê partidarização nas investigações"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    Você deseja ver o seu avatar no seu próximo comentário? Você precisa do Gravatar.

    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2011 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.547s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less