O senador Eduardo Siqueira Campos (PSDB-TO) negou que ele ou seu pai, o ex-governador Siqueira Campos, tenham dado apoio político ou participado da campanha a prefeito de Tupiratins pela coligação PSDB/PMDB/PT, em 2004, de Misilvan Chavier dos Santos, preso pela Polícia Federal por trazer 500 quilos de cocaína da Colômbia em um avião. O parlamentar informou ainda que, assim que foi noticiada a apreensão do avião, o PSDB do Tocantins tratou de expulsá-lo do partido.
Os esclarecimentos de Eduardo Siqueira Campos sobre o assunto foram feitos em Plenário, nesta terça-feira (6), e também encaminhados por e-mail ao Blog do Noblat , que noticiou o suposto apoio do senador à candidatura de Misilvan à prefeitura de Tupiratins. Apesar de contestar sua adesão ou a de seu pai à campanha de Misilvan, Eduardo argumentou que "não seria anormal" se isto tivesse acontecido, já que ninguém no Tocantins - nem eles, nem os partidos da coligação, nem a Justiça Eleitoral - sabia da ligação do candidato com o narcotráfico.
- É um oportunismo criminoso vincular nossas figuras a ele. Mas também não vou atirar lama em quem esteve no palanque daquele que já foi expulso do PSDB e exercia uma atividade criminosa desconhecida - declarou.
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