Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   
Últimas da ASen

Relatório mapeou distribuição de recursos

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Senado
Data de Publicação: 21 de dezembro de 2005
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

No relatório preliminar da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios divulgado nesta quarta-feira (21), o relator, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) indica que a captação de recursos do chamado valerioduto era feita junto aos setores público e privado, a fundos de pensão e ocorria também no exterior, e não referia-se apenas aos empréstimos concedidos pelos Bancos BMG e Rural. A distribuição dos recursos seria feita via o Banco Rural, o BMG e as corretoras financeiras Bônus Banval/ Natimar e Guaranhuns.

Entre as empresas públicas que alimentaram o valerioduto, a CPI aponta o Banco do Brasil e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Estão também sendo investigados os Ministérios do Esporte e do Trabalho e Emprego e a Eletronorte. No Banco do Brasil, foram encontradas irregularidades nos contratos de publicidade com a DNA Propaganda e em contrato que envolve recursos da Visanet.

De acordo com estimativa do Tribunal de Contas da União (TCU) apenas uma cláusula contratual não cumprida pela DNA deixou de transferir ao Banco do Brasil R$ 38 milhões. A DNA apresentou crescimento de 82% entre 2003 e 2004. Outras irregularidades encontradas foram o adiantamento de recursos da Visanet, no valor total estimado de R$ 92 milhões, e a concentração de serviços que antes eram prestados também por outras empresas apenas na DNA. Esses recursos foram usados como garantia para realização de empréstimos junto ao BMG.

O relatório aponta que os adiantamentos à DNA foram feitos mediante apresentação de notas fiscais declaradas falsas por laudo da Polícia Federal. Auditorias do Banco do Brasil perceberam nesses contratos, entre outras irregularidades, o fato de os adiantamentos não terem sido justificados, além de não ter sido comprovada sua necessidade.

Nos contratos firmados entre as empresas de Marcos Valério e os Correios também foram encontradas irregularidades, como mudanças no edital aumentando a subjetividade do processo, fraudes contábeis e o uso de contratos de publicidade como garantia de empréstimos. Em relação aos contratos da Rede Postal Noturna com a Skymaster, a CPI achou diversas irregularidades: superfaturamento de R$ 64 milhões e remessas para o exterior no montante de R$ 95,6 milhões, referentes à compra de peças e arrendamento superfaturados.

Valerioduto: os 14 maiores depositantes

Valerioduto: pessoas Jurídicas

Valerioduto pessoas físicas

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "Relatório mapeou distribuição de recursos"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    Você deseja ver o seu avatar no seu próximo comentário? Você precisa do Gravatar.

    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2011 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.391s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less