O Senado suspendeu a sessão não-deliberativa desta segunda-feira (12) em homenagem ao deputado Ricardo Fiúza (PP-PE), que faleceu durante a tarde em razão de um câncer no pâncreas. Também foi aprovado voto de pesar requerido pelos senadores José Jorge (PFL-PE), José Agripino (PFL-RN), Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), Heráclito Fortes (PFL-PI) e Patrícia Saboya (PSB-CE).
José Agripino lamentou o falecimento do deputado, dizendo que ele era um homem com grande amor por Pernambuco e que sua morte representará uma grande perda para o estado. Heráclito Fortes lembrou que Fiúza era "um trator na arte de trabalhar", muito dedicado à defesa dos interesses do Nordeste.
Ricardo Fiúza tinha 66 anos. Ele elegeu-se deputado pela primeira vez em 1970, tendo exercido vários mandatos desde então. Foi filiado à Arena, ao PDS, ao PFL e ao PP. Foi ministro da Ação Social e da Casa Civil durante o governo Collor. Em 1993, teve seu nome envolvido no escândalo dos "anões do orçamento" em 1993, que resultou nas renúncias e nas cassações de alguns deputados. Fiúza foi absolvido pela Câmara dos Deputados.
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