Teclado:

Direito 2 - Beta
Busca:   
Últimas da ABr

Produção de farinha e artesanato sustentam comunidades quilombolas no Amapá

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto
Por: Agência Brasil
Data de Publicação: 3 de dezembro de 2005
Envie para: Envie para o Del.icio.us  Envie para o Digg  Envie para o Reddit  Envie para o Simpy  Envie para o Yahoo My Web  Envie para o Furl  Envie para o Blinklist  Envie para o Technorati  Envie para o Google Bookmarks  Envie para o Stumble Upon  Envie para o Feed me links  Envie para o Ma.gnolia  Envie para o Newsvine  Envie para o Squidoo  
Links Patrocinados

Alessandra Bastos

Repórter da Agência Brasil

Amapá - As ruas são de terra e as casas de madeira. Para chegar à comunidade quilombola de Mazagão Velho, no Amapá, é preciso pegar duas balsas e percorrer uma estrada de terra de 70 quilômetros, um trajeto que leva cerca de uma hora, desde a capital do estado, Macapá.

Cercada pelo mato e distante da agitação das grandes cidades, Mazagão Velho preserva características particulares em seu modo de vida. A tranqüilidade é uma delas. Nem mesmo delegacia há no local, apenas três policiais militares são responsáveis pela segurança. O maior problema que eles encontram, conta o sargento Lucivaldo Lacerda, são "brigas entre marido e mulher ou entre comadres, mas não há violência, só discussão".

A comunidade será uma das 27 beneficiadas pelo Pacote da Cidadania, lançado esta semana no estado pela ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Matilde Ribeiro. Ao todo, serão atendidos 24 projetos de desenvolvimento sustentável, que englobam atividades como o manejo de mudas, fruticultura artesanato, pisicultura e criação de búfalo.

Em Mazagão Velho, a principal fonte de renda é a mandioca, da qual é feita a farinha que é vendida pelos moradores em outras cidades do estado. Atividades tradicionais, cujo conhecimento é passado a cada geração, são características das comunidades quilombolas.

Em Maruanum, comunidade vizinha a Mazagão, que também será contemplada pelo Pacote da Cidadania, o comércio de panelas de louça é a principal fonte econômica das famílias. A atividade, ensinada desde a época da escravidão, é feita manualmente a partir de barro e caripé. "Quando eu me entendi, eu já via minha mãe fazendo", conta a louceira Carmosina Pereira da Costa, moradora de Maruanum. "Minha mãe aprendeu com a mãe dela e hoje minha filha faz junto comigo", acrescenta.

O lançamento do programa contou com a participação da ministra Matilde Ribeiro. O Pacote da Cidadania está na sétima edição e foi lançado em São Paulo, Rio de Janeiro, Piauí e Minas Gerais.

 

 Link para a página original


0 pessoas comentaram a notícia "Produção de farinha e artesanato sustentam comunidades quilombolas no Amapá"

    Deixe o seu comentário

    Utilize se necessário <b><em><i><u><strong> em seu comentário.

    Ao comentar, você está automaticamente concordando com os critérios de uso dos comentários deste site.

     Notifique-me dos próximos comentários por e-mail...


    Você deseja ver o seu avatar no seu próximo comentário? Você precisa do Gravatar.

    * Os textos publicados neste espaço são de responsabilidade única de seus autores e podem não expressar necessariamente a opinião do Direito 2.
    Recomende esta página   Imprimir esta página
    © 1999 - 2011 Direito2.com.br® alguns direitos reservados.
    Termos de Uso - Privacidade - Alerta - Informar Bug - Acessibilidade

    Todo o conteúdo poderá ser copiado desde que devidamente identificada a origem.
    Processada em 0.375s
    Brasil
    Aprovado - Acessibilidade Brasil
    NAC: C976D GKG2G
    Veja meus vizinhos na Internet
    Valid XHTML 1.1
    Valid CSS!
    Any Browser
    W3 Table Less